Gaming mobile: o futuro?

O gaming é, atualmente, um conceito associado aos PC e às consolas. Se durante muito tempo parecia que as consolas tinham definitivamente conquistado este mercado, deixando aos PC os jogos de estratégia e outros mais específicos, hoje em dia os gamers apostam em grandes e poderosas “workstations” de fazer inveja a muitas empresas, para se lançarem nos campos de batalha do Battlefield ou do Fortnite. Mas e o que dizer dos jogos em tablets e, sobretudo, em smartphones?

Mobile gaming

O facto de a ideia de “gaming” ser mais associada a jovens “semi-profissionais” não significa que essa seja a única forma de usufruir de videojogos. Eventualmente, num futuro próximo nem sequer será a forma dominante. De acordo com um estudo de mercado citado pelo site especializado Leak, em 2018, estima-se que um terço do total de downloads efetuados seja constituído por jogos mobile, e espera-se que esse valor esteja a aumentar em flecha este ano e que a tendência continue a curto prazo.

Ao mesmo tempo, cerca de três quartos do dinheiro gasto em plataformas mobile provêm precisamente dos jogos eletrónicos. É importante notar que a App Store ou o Google Play, que vêm à cabeça quando se pensa em compras de jogos mobile, representam apenas 5% do total. O essencial da faturação das empresas de desenvolvimento de videojogos está nas “loot boxes”, nos turbos, nas “features” extra e etc., que se podem encontrar dentro dos jogos.

Quais os jogos de maior sucesso?

Diz-se que o Fortnite se está a tornar um novo paradigma cultural. Indo além de ser um simples videojogo, está a tornar-se um novo fórum de socialização para os jovens, onde eles se encontram não só para jogar mas também para falar com os amigos e conhecer novas pessoas. Ora acontece que o Fortnite é um dos principais títulos descarregados para smartphones em todo o mundo. Mas Candy Crush, Clash of Clans e PUBG também reforçam a ideia do gaming mobile.