Computadores de Gaming: porquê?

Muitas pessoas perguntam-se qual a necessidade de investir em computadores de gaming, isto é, verdadeiras “workstations” dedicadas a videojogos. É certo que os eSports estão a tornar-se uma realidade cada vez mais presente e, até, “mainstream”. Mas será assim tão necessário?

Mais capacidade

Os computadores de gama baixa ou média não têm recursos, em termos de processamento, placa gráfica ou memória, capazes de suportar aquilo que os videojogos da atualidade exigem. Pelo menos não para aqueles que estão dispostos a jogar a sério, para ganhar. Os jogos de futebol (“FIFA”) nem são dos mais exigentes em termos de recursos; títulos como League of Legends, Counter Strike: Global Offensive ou o omnipresente Fortnite exigem que o computador esteja à altura.

Os próprios periféricos acabam por ser essenciais para a experiência. Em jogos como Battlefield 4, é essencial um monitor 4K para que a imagem surja ampliada e não escape o menor detalhe.

E porquê aqueles teclados enormes?

O tamanho e a complexidade dos teclados utilizados pelos gamers é outra das perguntas frequentes que os leigos fazem. Até os ratos têm de ser maiores, mais luminosos e ter mais botões. Qual a necessidade?

Além da ergonomia, a resposta está na precisão e na eficiência. Teclados e ratos maiores permitem que as mãos adotem posturas mais naturais e menos forçadas. O próprio conforto ao toque ajuda a manter os dedos em boa forma durante uma utilização prolongada. Os botões e teclas extra são por uma questão de personalização: o utilizador pode configurá-los para executar determinadas funções que, sem esses botões extra, necessitariam de uma combinação de teclas ou até de cliques extra em menus no software. Assim, carrega-se num botão e já está. Não é por acaso que um número crescente de profissionais de áreas digitais (programação e engenharia informática, design, etc.) estão a apostar em ratos de gaming para trabalhar no dia a dia.